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Movimento Estudantil | CA’s, professores e mais de 300 estudantes da UFF assinam abaixo-assinado contra a destruição de faixas e cartazes

Nas últimas semanas, ocorreu a destruição de duas faixas da Faísca Revolucionária e de cartazes na UFF. Contra este ataque que só fortalece a extrema-direita, chamamos um abaixo-assinado em repúdio à destruição de faixas e cartazes e intimidações e pela defesa da liberdade de expressão das correntes de esquerda para enfrentar o bolsonarismo.

Faísca - UFF@faiscajuventude

sexta-feira 23 de setembro | Edição do dia

Para se opor a este tipo de ataque e mostrar que não vamos nos intimidar, convocamos um abaixo-assinado que foi assinado por CA’s e DA’s como de História, Ciências Sociais, Geografia, Ciências Ambientais, Economia, por professores de Letras, História e Geografia, pela Rede Tranvestis UFFianas, mais de 300 estudantes da graduação e da pós-graduação dos mais diversos cursos, além da Atlética de História. Segue o abaixo assinado que pode ser assinado no formulário:

“Nas últimas semanas, a destruição de faixas e cartazes impediu a livre manifestação das organizações de esquerda dentro da UFF. Cartazes foram pichados e faixas destruídas e arrancadas. O principal beneficiário desses acontecimentos é a extrema direita que busca fechar as universidades pelo corte de verbas e anseia pelo fim da liberdade de expressão das organizações de esquerda dentro da universidade. Nós, signatários dessa nota, repudiamos essa atitude e democraticamente nos solidarizamos às organizações que foram vítimas dessa agressão”

Nas últimas semanas, duas faixas da Faísca Revolucionária foram rasgadas e depredadas. A primeira com os dizeres “Enfrentar a ameaça de fechamento da UFF e o bolsonarismo na luta sem banqueiros e empresários” foi rasgada e deixada no chão. A segunda faixa rasgada continha o rosto do revolucionário e fundador do Exército Vermelho, Leon Trótski, com a frase de seu testamento “A vida é bela. Que as futuras gerações a livrem de todo mal e opressão e possam desfrutá-la plenamente”, tendo sido pixado “Stalin Vive”, um ataque stalinista que utiliza os mesmos métodos que a extrema-direita utiliza com as correntes de esquerda da UFF.

Frente aos ataques de grupos que ainda insistem em defender as políticas e métodos stalinistas, como a perseguição a socialistas, a setores oprimidos e a quaisquer opositores, por meio da censura, intimidação, calúnias, etc, nós da Faísca Revolucionária reafirmamos que não nos intimidaremos por ações vindas do stalinismo, que só contribuem para o fortalecimento da extrema-direita! Veja a declaração das organizações que constroem o Polo Socialista e Revolucionário na UFF: Não aceitamos intimidações do stalinismo

Confira as fotos das faixas depredadas:

Este ataque ocorre num momento em que a extrema-direita vem atacando o movimento estudantil e que o Bolsonarismo vem atacando o orçamento da Universidade, o que já vem afetando os estudantes mais precários e os trabalhadores terceirizados, como podemos ver nas gigantescas filas do Bandejão. Ou seja, um ataque à liberdade de expressão que só fortalece a extrema-direita. Por isso, consideramos muito importante a adesão ao abaixo-assinado que expressa que existe um setor do movimento estudantil, principalmente vindo de estudantes dos mais diversos cursos, que não aceitarão ataques como este.

Confira a assinatura de estudantes e professores:




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